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Pará · Nordeste Paraense

Café em Baião

Baião produziu 24 t de café em 2025, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE: o 957º maior produtor do Brasil e o 3º do Pará, com 17,9% da produção do estado. Toda a produção é de café canéfora (conilon e robusta). A área colhida foi de 30 ha, com rendimento de 800 kg por hectare (13,3 sacas de 60 kg), abaixo da média do Pará (848 kg/ha). Em dez anos, desde 2015, a produção caiu 80,0% (120 t em 2015). O valor da produção foi de R$ 120 mil.

Ver no mapa interativo

Produção desde 1989

0601201989: 13 t1990: 11 t1991: 7 t1992: 12 t1993: 7 t1994: 3 t1995: 3 t1996: 3 t1997: 3 t1998: 3 t1999: 3 t2000: 3 t2001: 6 t2002: 6 t2003: 6 t2004: 6 t2005: 6 t2006: 6 t2007: 6 t2008: 6 t2009: 6 t2010: 6 t2011: 6 t2012: 6 t2013: 109 t2014: 5 t2015: 120 t2016: 5 t2017: 5 t2018: 5 t2019: 5 t2020: 5 t2021: 5 t2022: 5 t2023: 5 t2024: 15 t2025: 24 t19902000201020202025
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em Baião, a altitude média é de 41 m (de 0 a 219 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 27,3 °C, a mínima média do mês mais frio é de 21,8 °C, chovem 2.459 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 464 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)26,626,526,426,927,127,327,427,928,228,027,627,4
Chuva (mm)344408491465256964624255389163

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Baião são em média argilosos nos primeiros 30 cm (39% de argila e 36% de areia), com pH 4,6 em água (ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 113 mm de água disponível.

Com pH abaixo de 5,5, a calagem costuma ser necessária: o café produz melhor com pH entre 5,5 e 6,5.

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
202524–2430800
202415–1530500
20235–510500
20225–510500
20215–510500
20205–510500
20195–510500
20185–510500
20175–510500
20165–510500
2015120–120240500
20145–510500
2013109–109240454
20126–610600
20116––10600
20106––10600
20096––10600
20086––10600
20076––10600
20066––10600
20056––10600
20046––10600
20036––10600
20026––10600
20016––10600
20003––5600
19993––5600
19983––5600
19973––5600
19963––10300
19953––10300
19943––10300
19937––18389
199212––31387
19917––10700
199011––101.100
198913––101.300

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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