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Pará · Baixo Amazonas

Café em Prainha

Prainha produziu 12 t de café em 2025, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE: o 1060º maior produtor do Brasil e o 6º do Pará, com 9,0% da produção do estado. Toda a produção é de café canéfora (conilon e robusta). A área colhida foi de 15 ha, com rendimento de 800 kg por hectare (13,3 sacas de 60 kg), abaixo da média do Pará (848 kg/ha). O valor da produção foi de R$ 264 mil.

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Produção desde 1983

03.8557.7101983: 248 t1984: 279 t1985: 550 t1986: 3.249 t1987: 7.166 t1988: 7.710 t1989: 246 t1990: 352 t1991: 550 t1992: 660 t1993: 770 t1994: 770 t1995: 770 t1996: 55 t1997: 11 t1998: 16 t1999: 32 t2000: 48 t2001: 48 t2002: 48 t2003: 35 t2004: 35 t2005: 5 t2006: 5 t2007: 5 t2008: 5 t2009: 5 t2010: 60 t2011: 50 t2012: 40 t2013: 40 t2014: 40 t2016: 40 t2017: 40 t2018: 40 t2019: 40 t2020: 40 t2021: 40 t2022: 40 t2023: 40 t2024: 3 t2025: 12 t19902000201020202025
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em Prainha, a altitude média é de 103 m (de 0 a 827 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 26,4 °C, a mínima média do mês mais frio é de 21,5 °C, chovem 1.876 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 428 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)26,125,625,725,826,126,026,126,827,327,427,226,9
Chuva (mm)1672293323692901621123921374575

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Prainha são em média argilosos nos primeiros 30 cm (41% de argila e 35% de areia), com pH 4,7 em água (ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 100 mm de água disponível, menos que a média dos municípios produtores do Pará (110 mm).

Com pH abaixo de 5,5, a calagem costuma ser necessária: o café produz melhor com pH entre 5,5 e 6,5.

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
202512–1215800
20243–315200
202340–40401.000
202240–40401.000
202140–40401.000
202040–40401.000
201940–40401.000
201840–40401.000
201740–40401.000
201640–40401.000
201440–40401.000
201340–40401.000
201240–40401.000
201150––501.000
201060––501.200
20095––51.000
20085––51.000
20075––51.000
20065––51.000
20055––51.000
200435––331.061
200335––331.061
200248––451.067
200148––451.067
200048––451.067
199932––301.067
199816––151.067
199711––101.100
199655––252.200
1995770––2802.750
1994770––2802.750
1993770––2802.750
1992660––2402.750
1991550––2002.750
1990352––2001.760
1989246––1401.757
19887.710––4.2551.812
19877.166––3.9551.812
19863.249––1.7801.825
1985550––3101.774
1984279––1551.800
1983248––1551.600

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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