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Pernambuco · Agreste Pernambucano

Café em Brejo da Madre de Deus

Brejo da Madre de Deus produziu 4 t de café em 2025, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE: o 1203º maior produtor do Brasil e o 7º de Pernambuco, com 1,0% da produção do estado. Toda a produção é de café arábica. A área colhida foi de 10 ha, com rendimento de 400 kg por hectare (6,7 sacas de 60 kg), abaixo da média de Pernambuco (405 kg/ha). O valor da produção foi de R$ 133 mil.

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Produção desde 1974

04208401974: 840 t1975: 700 t1976: 700 t1977: 800 t1978: 800 t1979: 595 t1980: 411 t1981: 680 t1982: 680 t1983: 600 t1984: 112 t1985: 150 t1986: 150 t1987: 120 t1988: 150 t1989: 126 t1990: 84 t1991: 80 t1992: 96 t1993: 32 t1994: 75 t1995: 90 t1996: 86 t1997: 96 t1998: 20 t1999: 24 t2000: 11 t2001: 12 t2002: 3 t2003: 4 t2004: 7 t2005: 2 t2006: 4 t2007: 4 t2008: 4 t2009: 6 t2010: 6 t2011: 6 t2012: 6 t2019: 8 t2020: 8 t2021: 2 t2022: 3 t2023: 1 t2024: 4 t2025: 4 t198019902000201020202025
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em Brejo da Madre de Deus, a altitude média é de 548 m (de 386 a 1.176 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 22,3 °C, a mínima média do mês mais frio é de 16,1 °C, chovem 499 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 576 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)23,823,924,023,121,920,319,719,921,522,623,523,8
Chuva (mm)3645636577806724116620

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Brejo da Madre de Deus são em média de textura média nos primeiros 30 cm (22% de argila e 55% de areia), com pH 6,6 em água (próximo do neutro). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 104 mm de água disponível.

O pH estimado está acima da faixa em que o café produz melhor (5,5 a 6,5).

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
202544–10400
202444–10400
202311–10100
202233–15200
202122–15133
202088–15533
201988–15533
201266–20300
20116––20300
20106––20300
20096––20300
20084––25160
20074––20200
20064––20200
20052––15133
20047––20350
20034––20200
20023––26115
200112––20600
200011––15733
199924––80300
199820––80250
199796––160600
199686––170506
199590––150600
199475––150500
199332––160200
199296––160600
199180––160500
199084––180467
1989126––180700
1988150––300500
1987120––300400
1986150––300500
1985150––300500
1984112––560200
1983600––800750
1982680––850800
1981680––841809
1980411––837491
1979595––850700
1978800––8001.000
1977800––8001.000
1976700––7001.000
1975700––7001.000
1974840––7001.200

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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