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São Paulo · Marília

Café em Fernão

Fernão produziu 190 t de café em 2025, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE: o 663º maior produtor do Brasil e o 97º de São Paulo, com 0,1% da produção do estado. Toda a produção é de café arábica. A área colhida foi de 181 ha, com rendimento de 1.050 kg por hectare (17,5 sacas de 60 kg), abaixo da média de São Paulo (1.617 kg/ha). Em dez anos, desde 2015, a produção caiu 62,7% (510 t em 2015). O valor da produção foi de R$ 3,5 milhões.

Fernão faz parte da origem Região de Garça, Indicação de Procedência registrada no INPI em 2022.

Ver no mapa interativo

Produção desde 1997

06181.2351997: 1.235 t1998: 1.000 t1999: 540 t2000: 690 t2001: 677 t2002: 677 t2003: 552 t2004: 340 t2005: 306 t2006: 258 t2007: 387 t2008: 510 t2010: 495 t2011: 510 t2012: 520 t2013: 510 t2014: 510 t2015: 510 t2016: 600 t2017: 600 t2018: 708 t2019: 660 t2020: 797 t2021: 615 t2022: 737 t2023: 569 t2024: 186 t2025: 190 t2000201020202025
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em Fernão, a altitude média é de 574 m (de 505 a 680 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 21,4 °C, a mínima média do mês mais frio é de 10,6 °C, chovem 1.226 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 58 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)23,924,123,221,518,317,817,719,321,422,523,223,8
Chuva (mm)249216132553942272744118113164

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Fernão são em média de textura média nos primeiros 30 cm (28% de argila e 61% de areia), com pH 5,4 em água (ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 101 mm de água disponível.

Com pH abaixo de 5,5, a calagem costuma ser necessária: o café produz melhor com pH entre 5,5 e 6,5.

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
2025190190–1811.050
2024186186–1811.028
2023569569–4311.320
2022737737–5311.388
2021615615–5311.158
2020797797–5901.351
2019660660–5901.119
2018708708–5901.200
2017600600–5001.200
2016600600–5001.200
2015510510–5001.020
2014510510–5001.020
2013510510–5001.020
2012520520–5001.040
2011510––5001.020
2010495––550900
2008510––860593
2007387––860450
2006258––860300
2005306––850360
2004340––600567
2003552––920600
2002677––920736
2001677––920736
2000690––6461.068
1999540––769702
19981.000––7691.300
19971.235––7541.638

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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