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São Paulo · São José do Rio Preto

Café em Palmeira d'Oeste

Palmeira d'Oeste produziu café de 1974 a 2014, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE; no último ano com produção, 2014, foram 35 t. Em 2025, o IBGE não registrou produção de café no município.

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Produção desde 1974

05.25310.5061974: 7.200 t1975: 4.800 t1976: 2.164 t1977: 10.506 t1978: 9.900 t1979: 8.664 t1980: 4.274 t1981: 6.600 t1982: 4.486 t1983: 3.601 t1984: 7.520 t1985: 6.651 t1986: 132 t1987: 8.730 t1988: 2.163 t1989: 792 t1990: 6.300 t1991: 4.200 t1992: 720 t1993: 1.800 t1994: 1.560 t1995: 360 t1996: 1.000 t1997: 1.260 t1998: 840 t1999: 1.740 t2000: 252 t2001: 1.740 t2002: 420 t2003: 540 t2004: 495 t2005: 600 t2006: 700 t2008: 552 t2009: 50 t2010: 53 t2011: 43 t2012: 108 t2013: 108 t2014: 35 t19801990200020102014
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em Palmeira d'Oeste, a altitude média é de 388 m (de 334 a 449 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 23,2 °C, a mínima média do mês mais frio é de 12,1 °C, chovem 1.166 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 173 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)25,425,425,023,620,319,719,521,223,724,625,025,5
Chuva (mm)265191135563729111133116118164

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Palmeira d'Oeste são em média de textura média nos primeiros 30 cm (20% de argila e 71% de areia), com pH 5,8 em água (levemente ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 87 mm de água disponível, menos que a média dos municípios produtores de São Paulo (103 mm).

O pH estimado já está na faixa em que o café produz melhor (5,5 a 6,5).

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
20143535–72486
2013108108–751.440
2012108108–751.440
201143––85506
201053––105505
200950––105476
2008552––4601.200
2006700––5001.400
2005600––5001.200
2004495––4501.100
2003540––4501.200
2002420––3501.200
20011.740––7252.400
2000252––393641
19991.740––5583.118
1998840––5381.561
19971.260––5382.342
19961.000––7691.300
1995360––769468
19941.560––1.0001.560
19931.800––1.5001.200
1992720––2.000360
19914.200––3.5001.200
19906.300––3.5001.800
1989792––4.400180
19882.163––5.150420
19878.730––5.0001.746
1986132––3.94333
19856.651––5.1381.294
19847.520––5.2221.440
19833.601––4.044890
19824.486––3.7601.193
19816.600––6.0001.100
19804.274––5.262812
19798.664––4.7381.829
19789.900––4.6692.120
197710.506––4.9242.134
19762.164––2.963730
19754.800––4.0001.200
19747.200––4.0001.800

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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