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São Paulo · Bauru

Café em Pratânia

Pratânia produziu 265 t de café em 2025, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE: o 628º maior produtor do Brasil e o 88º de São Paulo, com 0,1% da produção do estado. Toda a produção é de café arábica. A área colhida foi de 230 ha, com rendimento de 1.152 kg por hectare (19,2 sacas de 60 kg), abaixo da média de São Paulo (1.617 kg/ha). Em dez anos, desde 2015, a produção cresceu 22,7% (216 t em 2015). O valor da produção foi de R$ 3,4 milhões.

Ver no mapa interativo

Produção desde 1997

06001.2001997: 600 t1998: 1.200 t1999: 610 t2000: 720 t2001: 324 t2002: 300 t2003: 162 t2004: 270 t2005: 302 t2006: 302 t2007: 608 t2008: 543 t2009: 205 t2010: 810 t2011: 810 t2012: 270 t2013: 300 t2014: 216 t2015: 216 t2016: 216 t2017: 246 t2018: 246 t2019: 280 t2020: 280 t2021: 223 t2022: 216 t2023: 275 t2024: 262 t2025: 265 t2000201020202025
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em Pratânia, a altitude média é de 740 m (de 652 a 875 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 20,3 °C, a mínima média do mês mais frio é de 10,1 °C, chovem 1.251 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 44 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)22,822,722,120,517,617,416,918,120,121,221,722,6
Chuva (mm)268207127573738292946120125168

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Pratânia são em média argilosos nos primeiros 30 cm (36% de argila e 50% de areia), com pH 5,3 em água (ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 109 mm de água disponível, mais que a média dos municípios produtores de São Paulo (103 mm).

Com pH abaixo de 5,5, a calagem costuma ser necessária: o café produz melhor com pH entre 5,5 e 6,5.

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
2025265265–2301.152
2024262262–2251.164
2023275275–2351.170
2022216216–240900
2021223223–2001.115
2020280280–2351.191
2019280280–2351.191
2018246246–2051.200
2017246246–2051.200
2016216216–2001.080
2015216216–2001.080
2014216216–2001.080
2013300300–2001.500
2012270270–300900
2011810––3002.700
2010810––3002.700
2009205––342599
2008543––3621.500
2007608––3621.680
2006302––2501.208
2005302––2501.208
2004270––1801.500
2003162––180900
2002300––1801.667
2001324––1801.800
2000720––3372.136
1999610––4621.320
19981.200––4622.597
1997600––4621.299

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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