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São Paulo · Ribeirão Preto

Café em Santa Cruz da Esperança

Santa Cruz da Esperança produziu 270 t de café em 2025, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE: o 623º maior produtor do Brasil e o 87º de São Paulo, com 0,1% da produção do estado. Toda a produção é de café arábica. A área colhida foi de 150 ha, com rendimento de 1.800 kg por hectare (30,0 sacas de 60 kg), acima da média de São Paulo (1.617 kg/ha). Em dez anos, desde 2015, a produção cresceu 303,0% (67 t em 2015). O valor da produção foi de R$ 10,5 milhões.

Ver no mapa interativo

Produção desde 1998

02404801998: 54 t1999: 63 t2000: 42 t2001: 58 t2002: 26 t2003: 46 t2004: 46 t2005: 37 t2006: 480 t2007: 480 t2008: 58 t2009: 355 t2010: 355 t2011: 252 t2012: 270 t2013: 180 t2014: 270 t2015: 67 t2016: 270 t2017: 270 t2018: 270 t2019: 270 t2020: 255 t2021: 270 t2022: 270 t2023: 270 t2024: 270 t2025: 270 t2000201020202025
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em Santa Cruz da Esperança, a altitude média é de 603 m (de 518 a 753 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 22,2 °C, a mínima média do mês mais frio é de 11,3 °C, chovem 1.431 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 112 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)24,024,123,622,619,818,618,620,522,623,923,623,9
Chuva (mm)298218177634325171448111178239

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Santa Cruz da Esperança são em média argilosos nos primeiros 30 cm (39% de argila e 47% de areia), com pH 5,4 em água (ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 112 mm de água disponível, mais que a média dos municípios produtores de São Paulo (103 mm).

Com pH abaixo de 5,5, a calagem costuma ser necessária: o café produz melhor com pH entre 5,5 e 6,5.

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
2025270270–1501.800
2024270270–1501.800
2023270270–1501.800
2022270270–1501.800
2021270270–1501.800
2020255255–1501.700
2019270270–1501.800
2018270270–1501.800
2017270270–1501.800
2016270270–1501.800
20156767–150447
2014270270–1501.800
2013180180–1501.200
2012270270–1501.800
2011252––1501.680
2010355––2961.199
2009355––2961.199
200858––77753
2007480––4001.200
2006480––4001.200
200537––311.194
200446––311.484
200346––311.484
200226––161.625
200158––163.625
200042––281.500
199963––381.658
199854––381.421

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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