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Minas Gerais · Jequitinhonha

Café em Santo Antônio do Jacinto

Santo Antônio do Jacinto produziu café de 1974 a 2024, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE; no último ano com produção, 2024, foram 2 t. Em 2025, o IBGE não registrou produção de café no município.

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Produção desde 1974

01422831974: 9 t1975: 9 t1976: 7 t1977: 8 t1978: 8 t1979: 7 t1980: 4 t1981: 7 t1982: 4 t1983: 6 t1984: 3 t1985: 3 t1986: 33 t1987: 35 t1988: 18 t1989: 36 t1990: 45 t1991: 30 t1992: 30 t1993: 35 t1994: 27 t1995: 18 t1996: 65 t1997: 25 t1998: 57 t1999: 47 t2000: 47 t2001: 90 t2002: 81 t2003: 54 t2004: 283 t2005: 113 t2006: 94 t2007: 135 t2008: 120 t2009: 150 t2010: 91 t2011: 91 t2012: 53 t2013: 32 t2014: 35 t2015: 35 t2016: 32 t2018: 1 t2019: 1 t2020: 3 t2021: 2 t2022: 2 t2023: 2 t2024: 2 t198019902000201020202024
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em Santo Antônio do Jacinto, a altitude média é de 623 m (de 285 a 999 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 22,6 °C, a mínima média do mês mais frio é de 14,1 °C, chovem 834 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 277 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)24,524,624,323,221,620,219,720,422,023,423,424,1
Chuva (mm)90859671494840423759111106

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Santo Antônio do Jacinto são em média argilosos nos primeiros 30 cm (36% de argila e 47% de areia), com pH 5,9 em água (levemente ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 108 mm de água disponível.

O pH estimado já está na faixa em que o café produz melhor (5,5 a 6,5).

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
20242–221.000
20232–221.000
20222–221.000
20212–221.000
20203–321.500
20191–111.000
20181–111.000
20163232–35914
20153535–351.000
20143535–351.000
20133232–35914
20125353–351.514
201191––130700
201091––130700
2009150––1501.000
2008120––150800
2007135––150900
200694––157599
2005113––157720
2004283––1571.803
200354––90600
200281––90900
200190––901.000
200047––90522
199947––90522
199857––90633
199725––93269
199665––93699
199518––60300
199427––65415
199335––65538
199230––50600
199130––50600
199045––50900
198936––40900
198818––40450
198735––70500
198633––74446
19853––5600
19843––7429
19836––10600
19824––7571
19817––10700
19804––10400
19797––13538
19788––13615
19778––15533
19767––14500
19759––17529
19749––18500

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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