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Minas Gerais · Vale do Rio Doce

Café em São Sebastião do Anta

São Sebastião do Anta produziu 2.783 t de café em 2025, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE: o 300º maior produtor do Brasil e o 163º de Minas Gerais, com 0,2% da produção do estado. Foram 2.772 t de arábica (99,6%) e 11 t de canéfora, o conilon e o robusta. A área colhida foi de 2.206 ha, com rendimento de 1.262 kg por hectare (21,0 sacas de 60 kg), abaixo da média de Minas Gerais (1.437 kg/ha). Em dez anos, desde 2015, a produção cresceu 16,0% (2.400 t em 2015). O valor da produção foi de R$ 85,6 milhões.

São Sebastião do Anta faz parte da origem Matas de Minas, Indicação de Procedência registrada no INPI em 2020.

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Produção desde 1997

02.5255.0501997: 1.608 t1998: 1.200 t1999: 1.320 t2000: 1.430 t2001: 2.623 t2002: 1.938 t2003: 1.599 t2004: 1.980 t2005: 3.120 t2006: 3.276 t2007: 4.224 t2008: 2.760 t2009: 2.760 t2010: 2.760 t2011: 2.760 t2012: 2.760 t2013: 2.760 t2014: 2.160 t2015: 2.400 t2016: 1.800 t2017: 5.050 t2018: 4.100 t2019: 3.750 t2020: 4.140 t2021: 3.450 t2022: 4.068 t2023: 4.028 t2023: 14 t2024: 3.960 t2024: 9 t2025: 2.772 t2025: 11 t2000201020202025
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em São Sebastião do Anta, a altitude média é de 672 m (de 339 a 1.121 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 21,5 °C, a mínima média do mês mais frio é de 11,2 °C, chovem 1.112 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 120 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)23,824,123,422,020,118,618,319,420,922,422,623,0
Chuva (mm)19010713071341715163987175230

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de São Sebastião do Anta são em média argilosos nos primeiros 30 cm (45% de argila e 42% de areia), com pH 5,2 em água (ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 107 mm de água disponível.

Com pH abaixo de 5,5, a calagem costuma ser necessária: o café produz melhor com pH entre 5,5 e 6,5.

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
20252.7832.772112.2061.262
20243.9693.96092.2051.800
20234.0424.028142.2461.800
20224.0684.068–2.2601.800
20213.4503.450–2.3001.500
20204.1404.140–2.3001.800
20193.7503.750–2.5001.500
20184.1004.100–2.5001.640
20175.0505.050–2.8301.784
20161.8001.800–1.5001.200
20152.4002.400–2.0001.200
20142.1602.160–1.8001.200
20132.7602.760–2.0001.380
20122.7602.760–2.0001.380
20112.760––2.0001.380
20102.760––2.0001.380
20092.760––2.0001.380
20082.760––2.0001.380
20074.224––3.2001.320
20063.276––2.6001.260
20053.120––2.6001.200
20041.980––2.200900
20031.599––2.050780
20021.938––1.9001.020
20012.623––1.7001.543
20001.430––1.3001.100
19991.320––1.2001.100
19981.200––8001.500
19971.608––2.680600

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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