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Goiás · Sul Goiano
Café em Cachoeira Alta
Cachoeira Alta produziu café de 1979 a 1994, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE; no último ano com produção, 1994, foram 3 t. Em 2025, o IBGE não registrou produção de café no município.
Produção desde 1979
Altitude e clima
Em Cachoeira Alta, a altitude média é de 569 m (de 396 a 790 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 23,6 °C, a mínima média do mês mais frio é de 13,3 °C, chovem 1.494 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 209 mm.
- 569 mAltitude média
- 23,6 °CTemperatura média anual
- 13,3 °CMínima média do mês mais frio
- 1.494 mmChuva por ano
- 209 mmDéficit hídrico por ano
| Mês | jan | fev | mar | abr | mai | jun | jul | ago | set | out | nov | dez |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Temperatura média (°C) | 24,3 | 24,6 | 24,4 | 23,4 | 21,8 | 21,1 | 20,8 | 23,0 | 24,8 | 25,2 | 24,7 | 24,6 |
| Chuva (mm) | 299 | 216 | 201 | 89 | 33 | 11 | 10 | 12 | 39 | 124 | 207 | 253 |
Solo
Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Cachoeira Alta são em média de textura média nos primeiros 30 cm (22% de argila e 67% de areia), com pH 5,4 em água (ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 92 mm de água disponível, menos que a média dos municípios produtores de Goiás (112 mm).
Com pH abaixo de 5,5, a calagem costuma ser necessária: o café produz melhor com pH entre 5,5 e 6,5.
- 22%Argila (0–30 cm)
- 5,4pH em água (0–30 cm)
- 67%Areia (0–30 cm)
- 92 mmÁgua disponível até 1 m
Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.
Série histórica
| Ano | Produção (t) | Arábica (t) | Canéfora (t) | Área colhida (ha) | Rendimento (kg/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| 1994 | 3 | – | – | 4 | 750 |
| 1993 | 5 | – | – | 4 | 1.250 |
| 1992 | 5 | – | – | 4 | 1.250 |
| 1991 | 5 | – | – | 4 | 1.250 |
| 1989 | 3 | – | – | 4 | 750 |
| 1988 | 2 | – | – | 4 | 500 |
| 1987 | 2 | – | – | 4 | 500 |
| 1986 | 2 | – | – | 4 | 500 |
| 1985 | 2 | – | – | 4 | 500 |
| 1984 | 2 | – | – | 4 | 500 |
| 1983 | 2 | – | – | 4 | 500 |
| 1982 | 2 | – | – | 4 | 500 |
| 1981 | 2 | – | – | 4 | 500 |
| 1980 | 2 | – | – | 4 | 500 |
| 1979 | 2 | – | – | 4 | 500 |
Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).
Outros municípios de Goiás
- Cristalina 6.000 t
- Campo Alegre de Goiás 3.450 t
- Cabeceiras 3.120 t
- Paraúna 1.748 t
- Ipameri 684 t
- Catalão 522 t
- Niquelândia 421 t
- São João d'Aliança 273 t
- Ouvidor 144 t
- Silvânia 111 t
- Planaltina 79 t
- Gameleira de Goiás 45 t