Início › Municípios › Goiás › Davinópolis
Goiás · Sul Goiano
Café em Davinópolis
Davinópolis produziu café de 1974 a 1989, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE; no último ano com produção, 1989, foram 9 t. Em 2025, o IBGE não registrou produção de café no município.
Produção desde 1974
Altitude e clima
Em Davinópolis, a altitude média é de 788 m (de 655 a 973 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 22,3 °C, a mínima média do mês mais frio é de 12,5 °C, chovem 1.484 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 229 mm.
- 788 mAltitude média
- 22,3 °CTemperatura média anual
- 12,5 °CMínima média do mês mais frio
- 1.484 mmChuva por ano
- 229 mmDéficit hídrico por ano
| Mês | jan | fev | mar | abr | mai | jun | jul | ago | set | out | nov | dez |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Temperatura média (°C) | 23,3 | 23,3 | 23,3 | 22,6 | 20,5 | 19,4 | 19,3 | 21,1 | 23,4 | 24,3 | 23,3 | 23,2 |
| Chuva (mm) | 288 | 234 | 215 | 72 | 27 | 5 | 2 | 8 | 29 | 88 | 213 | 303 |
Solo
Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Davinópolis são em média argilosos nos primeiros 30 cm (40% de argila e 33% de areia), com pH 5,3 em água (ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 119 mm de água disponível, mais que a média dos municípios produtores de Goiás (112 mm).
Com pH abaixo de 5,5, a calagem costuma ser necessária: o café produz melhor com pH entre 5,5 e 6,5.
- 40%Argila (0–30 cm)
- 5,3pH em água (0–30 cm)
- 33%Areia (0–30 cm)
- 119 mmÁgua disponível até 1 m
Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.
Série histórica
| Ano | Produção (t) | Arábica (t) | Canéfora (t) | Área colhida (ha) | Rendimento (kg/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| 1989 | 9 | – | – | 15 | 600 |
| 1988 | 3 | – | – | 15 | 200 |
| 1987 | 6 | – | – | 15 | 400 |
| 1986 | 6 | – | – | 15 | 400 |
| 1985 | 12 | – | – | 15 | 800 |
| 1984 | 20 | – | – | 15 | 1.333 |
| 1983 | 11 | – | – | 18 | 611 |
| 1982 | 14 | – | – | 18 | 778 |
| 1981 | 70 | – | – | 35 | 2.000 |
| 1980 | 86 | – | – | 43 | 2.000 |
| 1979 | 126 | – | – | 51 | 2.471 |
| 1978 | 100 | – | – | 40 | 2.500 |
| 1977 | 25 | – | – | 40 | 625 |
| 1976 | 27 | – | – | 40 | 675 |
| 1975 | 2 | – | – | 2 | 1.000 |
| 1974 | 2 | – | – | 2 | 1.000 |
Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).
Outros municípios de Goiás
- Cristalina 6.000 t
- Campo Alegre de Goiás 3.450 t
- Cabeceiras 3.120 t
- Paraúna 1.748 t
- Ipameri 684 t
- Catalão 522 t
- Niquelândia 421 t
- São João d'Aliança 273 t
- Ouvidor 144 t
- Silvânia 111 t
- Planaltina 79 t
- Gameleira de Goiás 45 t