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Goiás · Sul Goiano
Café em Doverlândia
Doverlândia produziu café de 1983 a 1998, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE; no último ano com produção, 1998, foram 3 t. Em 2025, o IBGE não registrou produção de café no município.
Produção desde 1983
Altitude e clima
Em Doverlândia, a altitude média é de 564 m (de 402 a 990 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 23,6 °C, a mínima média do mês mais frio é de 12,2 °C, chovem 1.554 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 235 mm.
- 564 mAltitude média
- 23,6 °CTemperatura média anual
- 12,2 °CMínima média do mês mais frio
- 1.554 mmChuva por ano
- 235 mmDéficit hídrico por ano
| Mês | jan | fev | mar | abr | mai | jun | jul | ago | set | out | nov | dez |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Temperatura média (°C) | 24,1 | 24,2 | 24,3 | 23,8 | 22,2 | 21,0 | 20,5 | 22,9 | 25,0 | 25,8 | 24,8 | 24,4 |
| Chuva (mm) | 339 | 245 | 214 | 89 | 25 | 9 | 5 | 9 | 45 | 125 | 204 | 246 |
Solo
Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Doverlândia são em média de textura média nos primeiros 30 cm (22% de argila e 66% de areia), com pH 5,5 em água (levemente ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 94 mm de água disponível, menos que a média dos municípios produtores de Goiás (112 mm).
O pH estimado já está na faixa em que o café produz melhor (5,5 a 6,5).
- 22%Argila (0–30 cm)
- 5,5pH em água (0–30 cm)
- 66%Areia (0–30 cm)
- 94 mmÁgua disponível até 1 m
Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.
Série histórica
| Ano | Produção (t) | Arábica (t) | Canéfora (t) | Área colhida (ha) | Rendimento (kg/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| 1998 | 3 | – | – | 4 | 750 |
| 1996 | 2 | – | – | 3 | 667 |
| 1995 | 9 | – | – | 12 | 750 |
| 1994 | 9 | – | – | 12 | 750 |
| 1993 | 11 | – | – | 15 | 733 |
| 1992 | 11 | – | – | 15 | 733 |
| 1991 | 11 | – | – | 19 | 579 |
| 1990 | 15 | – | – | 19 | 789 |
| 1989 | 15 | – | – | 19 | 789 |
| 1988 | 8 | – | – | 19 | 421 |
| 1987 | 8 | – | – | 19 | 421 |
| 1986 | 8 | – | – | 19 | 421 |
| 1985 | 8 | – | – | 19 | 421 |
| 1984 | 8 | – | – | 19 | 421 |
| 1983 | 12 | – | – | 29 | 414 |
Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).
Outros municípios de Goiás
- Cristalina 6.000 t
- Campo Alegre de Goiás 3.450 t
- Cabeceiras 3.120 t
- Paraúna 1.748 t
- Ipameri 684 t
- Catalão 522 t
- Niquelândia 421 t
- São João d'Aliança 273 t
- Ouvidor 144 t
- Silvânia 111 t
- Planaltina 79 t
- Gameleira de Goiás 45 t