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Goiás · Centro Goiano
Café em Jaraguá
Jaraguá produziu café de 1974 a 1988, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE; no último ano com produção, 1988, foram 245 t. Em 2025, o IBGE não registrou produção de café no município.
Produção desde 1974
Altitude e clima
Em Jaraguá, a altitude média é de 686 m (de 550 a 1.051 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 24,0 °C, a mínima média do mês mais frio é de 15,0 °C, chovem 1.559 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 304 mm.
- 686 mAltitude média
- 24,0 °CTemperatura média anual
- 15,0 °CMínima média do mês mais frio
- 1.559 mmChuva por ano
- 304 mmDéficit hídrico por ano
| Mês | jan | fev | mar | abr | mai | jun | jul | ago | set | out | nov | dez |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Temperatura média (°C) | 24,1 | 24,2 | 24,3 | 24,3 | 23,1 | 21,8 | 21,9 | 23,9 | 25,7 | 26,1 | 24,6 | 24,2 |
| Chuva (mm) | 306 | 256 | 203 | 119 | 22 | 8 | 1 | 6 | 33 | 120 | 213 | 275 |
Solo
Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Jaraguá são em média argilosos nos primeiros 30 cm (36% de argila e 39% de areia), com pH 5,5 em água (levemente ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 119 mm de água disponível, mais que a média dos municípios produtores de Goiás (112 mm).
O pH estimado já está na faixa em que o café produz melhor (5,5 a 6,5).
- 36%Argila (0–30 cm)
- 5,5pH em água (0–30 cm)
- 39%Areia (0–30 cm)
- 119 mmÁgua disponível até 1 m
Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.
Série histórica
| Ano | Produção (t) | Arábica (t) | Canéfora (t) | Área colhida (ha) | Rendimento (kg/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| 1988 | 245 | – | – | 450 | 544 |
| 1987 | 840 | – | – | 400 | 2.100 |
| 1986 | 840 | – | – | 400 | 2.100 |
| 1985 | 840 | – | – | 400 | 2.100 |
| 1984 | 840 | – | – | 400 | 2.100 |
| 1983 | 840 | – | – | 400 | 2.100 |
| 1982 | 840 | – | – | 400 | 2.100 |
| 1981 | 840 | – | – | 400 | 2.100 |
| 1980 | 735 | – | – | 350 | 2.100 |
| 1979 | 630 | – | – | 300 | 2.100 |
| 1978 | 525 | – | – | 250 | 2.100 |
| 1977 | 56 | – | – | 140 | 400 |
| 1976 | 52 | – | – | 130 | 400 |
| 1975 | 10 | – | – | 40 | 250 |
| 1974 | 45 | – | – | 125 | 360 |
Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).
Outros municípios de Goiás
- Cristalina 6.000 t
- Campo Alegre de Goiás 3.450 t
- Cabeceiras 3.120 t
- Paraúna 1.748 t
- Ipameri 684 t
- Catalão 522 t
- Niquelândia 421 t
- São João d'Aliança 273 t
- Ouvidor 144 t
- Silvânia 111 t
- Planaltina 79 t
- Gameleira de Goiás 45 t