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Goiás · Centro Goiano
Café em Morro Agudo de Goiás
Morro Agudo de Goiás produziu café de 1989 a 2001, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE; no último ano com produção, 2001, foram 5 t. Em 2025, o IBGE não registrou produção de café no município.
Produção desde 1989
Altitude e clima
Em Morro Agudo de Goiás, a altitude média é de 731 m (de 604 a 894 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 24,1 °C, a mínima média do mês mais frio é de 14,8 °C, chovem 1.525 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 326 mm.
- 731 mAltitude média
- 24,1 °CTemperatura média anual
- 14,8 °CMínima média do mês mais frio
- 1.525 mmChuva por ano
- 326 mmDéficit hídrico por ano
| Mês | jan | fev | mar | abr | mai | jun | jul | ago | set | out | nov | dez |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Temperatura média (°C) | 24,1 | 24,2 | 24,3 | 24,4 | 23,4 | 22,0 | 22,1 | 24,0 | 25,9 | 26,2 | 24,7 | 24,3 |
| Chuva (mm) | 282 | 259 | 219 | 107 | 20 | 5 | 1 | 5 | 29 | 119 | 216 | 264 |
Solo
Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Morro Agudo de Goiás são em média de textura média nos primeiros 30 cm (34% de argila e 41% de areia), com pH 5,4 em água (ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 119 mm de água disponível, mais que a média dos municípios produtores de Goiás (112 mm).
Com pH abaixo de 5,5, a calagem costuma ser necessária: o café produz melhor com pH entre 5,5 e 6,5.
- 34%Argila (0–30 cm)
- 5,4pH em água (0–30 cm)
- 41%Areia (0–30 cm)
- 119 mmÁgua disponível até 1 m
Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.
Série histórica
| Ano | Produção (t) | Arábica (t) | Canéfora (t) | Área colhida (ha) | Rendimento (kg/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| 2001 | 5 | – | – | 5 | 1.000 |
| 2000 | 3 | – | – | 5 | 600 |
| 1999 | 3 | – | – | 5 | 600 |
| 1998 | 6 | – | – | 10 | 600 |
| 1997 | 3 | – | – | 10 | 300 |
| 1996 | 6 | – | – | 10 | 600 |
| 1995 | 7 | – | – | 10 | 700 |
| 1994 | 8 | – | – | 10 | 800 |
| 1993 | 11 | – | – | 10 | 1.100 |
| 1992 | 10 | – | – | 10 | 1.000 |
| 1991 | 7 | – | – | 10 | 700 |
| 1990 | 8 | – | – | 10 | 800 |
| 1989 | 8 | – | – | 10 | 800 |
Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).
Outros municípios de Goiás
- Cristalina 6.000 t
- Campo Alegre de Goiás 3.450 t
- Cabeceiras 3.120 t
- Paraúna 1.748 t
- Ipameri 684 t
- Catalão 522 t
- Niquelândia 421 t
- São João d'Aliança 273 t
- Ouvidor 144 t
- Silvânia 111 t
- Planaltina 79 t
- Gameleira de Goiás 45 t