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Goiás · Centro Goiano
Café em Petrolina de Goiás
Petrolina de Goiás produziu café de 1975 a 1997, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE; no último ano com produção, 1997, foram 48 t. Em 2025, o IBGE não registrou produção de café no município.
Produção desde 1975
Altitude e clima
Em Petrolina de Goiás, a altitude média é de 810 m (de 674 a 1.124 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 23,6 °C, a mínima média do mês mais frio é de 15,1 °C, chovem 1.604 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 269 mm.
- 810 mAltitude média
- 23,6 °CTemperatura média anual
- 15,1 °CMínima média do mês mais frio
- 1.604 mmChuva por ano
- 269 mmDéficit hídrico por ano
| Mês | jan | fev | mar | abr | mai | jun | jul | ago | set | out | nov | dez |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Temperatura média (°C) | 23,6 | 23,8 | 23,8 | 23,8 | 22,7 | 21,6 | 21,8 | 23,7 | 25,4 | 25,6 | 24,0 | 23,6 |
| Chuva (mm) | 308 | 251 | 209 | 120 | 25 | 9 | 1 | 9 | 38 | 126 | 225 | 283 |
Solo
Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Petrolina de Goiás são em média argilosos nos primeiros 30 cm (38% de argila e 37% de areia), com pH 5,7 em água (levemente ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 119 mm de água disponível, mais que a média dos municípios produtores de Goiás (112 mm).
O pH estimado já está na faixa em que o café produz melhor (5,5 a 6,5).
- 38%Argila (0–30 cm)
- 5,7pH em água (0–30 cm)
- 37%Areia (0–30 cm)
- 119 mmÁgua disponível até 1 m
Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.
Série histórica
| Ano | Produção (t) | Arábica (t) | Canéfora (t) | Área colhida (ha) | Rendimento (kg/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| 1997 | 48 | – | – | 43 | 1.116 |
| 1996 | 45 | – | – | 43 | 1.047 |
| 1994 | 60 | – | – | 45 | 1.333 |
| 1993 | 70 | – | – | 50 | 1.400 |
| 1992 | 90 | – | – | 60 | 1.500 |
| 1991 | 120 | – | – | 60 | 2.000 |
| 1990 | 160 | – | – | 80 | 2.000 |
| 1989 | 70 | – | – | 80 | 875 |
| 1988 | 24 | – | – | 80 | 300 |
| 1987 | 168 | – | – | 80 | 2.100 |
| 1986 | 168 | – | – | 80 | 2.100 |
| 1985 | 168 | – | – | 80 | 2.100 |
| 1984 | 160 | – | – | 75 | 2.133 |
| 1983 | 151 | – | – | 72 | 2.097 |
| 1982 | 134 | – | – | 64 | 2.094 |
| 1981 | 269 | – | – | 128 | 2.102 |
| 1977 | 20 | – | – | 46 | 435 |
| 1976 | 20 | – | – | 46 | 435 |
| 1975 | 20 | – | – | 46 | 435 |
Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).
Outros municípios de Goiás
- Cristalina 6.000 t
- Campo Alegre de Goiás 3.450 t
- Cabeceiras 3.120 t
- Paraúna 1.748 t
- Ipameri 684 t
- Catalão 522 t
- Niquelândia 421 t
- São João d'Aliança 273 t
- Ouvidor 144 t
- Silvânia 111 t
- Planaltina 79 t
- Gameleira de Goiás 45 t