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Goiás · Sul Goiano
Café em Três Ranchos
Três Ranchos produziu café de 1974 a 2007, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE; no último ano com produção, 2007, foram 210 t. Em 2025, o IBGE não registrou produção de café no município.
Produção desde 1974
Altitude e clima
Em Três Ranchos, a altitude média é de 696 m (de 593 a 805 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 22,7 °C, a mínima média do mês mais frio é de 13,1 °C, chovem 1.444 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 249 mm.
- 696 mAltitude média
- 22,7 °CTemperatura média anual
- 13,1 °CMínima média do mês mais frio
- 1.444 mmChuva por ano
- 249 mmDéficit hídrico por ano
| Mês | jan | fev | mar | abr | mai | jun | jul | ago | set | out | nov | dez |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Temperatura média (°C) | 23,8 | 23,8 | 23,7 | 23,1 | 20,9 | 19,8 | 19,8 | 21,5 | 23,7 | 24,6 | 23,7 | 23,7 |
| Chuva (mm) | 289 | 226 | 218 | 68 | 24 | 4 | 2 | 6 | 27 | 93 | 204 | 283 |
Solo
Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Três Ranchos são em média argilosos nos primeiros 30 cm (35% de argila e 38% de areia), com pH 5,5 em água (levemente ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 120 mm de água disponível, mais que a média dos municípios produtores de Goiás (112 mm).
O pH estimado já está na faixa em que o café produz melhor (5,5 a 6,5).
- 35%Argila (0–30 cm)
- 5,5pH em água (0–30 cm)
- 38%Areia (0–30 cm)
- 120 mmÁgua disponível até 1 m
Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.
Série histórica
| Ano | Produção (t) | Arábica (t) | Canéfora (t) | Área colhida (ha) | Rendimento (kg/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| 2007 | 210 | – | – | 70 | 3.000 |
| 2006 | 210 | – | – | 70 | 3.000 |
| 2005 | 147 | – | – | 70 | 2.100 |
| 2004 | 147 | – | – | 70 | 2.100 |
| 2003 | 204 | – | – | 102 | 2.000 |
| 2002 | 220 | – | – | 204 | 1.078 |
| 2001 | 71 | – | – | 50 | 1.420 |
| 2000 | 35 | – | – | 25 | 1.400 |
| 1999 | 24 | – | – | 20 | 1.200 |
| 1998 | 24 | – | – | 20 | 1.200 |
| 1990 | 10 | – | – | 16 | 625 |
| 1989 | 6 | – | – | 16 | 375 |
| 1980 | 104 | – | – | 45 | 2.311 |
| 1979 | 120 | – | – | 50 | 2.400 |
| 1978 | 100 | – | – | 40 | 2.500 |
| 1977 | 25 | – | – | 40 | 625 |
| 1976 | 27 | – | – | 40 | 675 |
| 1975 | 1 | – | – | 1 | 1.000 |
| 1974 | 2 | – | – | 1 | 2.000 |
Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).
Outros municípios de Goiás
- Cristalina 6.000 t
- Campo Alegre de Goiás 3.450 t
- Cabeceiras 3.120 t
- Paraúna 1.748 t
- Ipameri 684 t
- Catalão 522 t
- Niquelândia 421 t
- São João d'Aliança 273 t
- Ouvidor 144 t
- Silvânia 111 t
- Planaltina 79 t
- Gameleira de Goiás 45 t