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Mato Grosso · Nordeste Mato-grossense
Café em Campinápolis
Campinápolis produziu café de 1987 a 2002, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE; no último ano com produção, 2002, foram 5 t. Em 2025, o IBGE não registrou produção de café no município.
Produção desde 1987
Altitude e clima
Em Campinápolis, a altitude média é de 425 m (de 291 a 639 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 24,4 °C, a mínima média do mês mais frio é de 12,3 °C, chovem 1.530 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 322 mm.
- 425 mAltitude média
- 24,4 °CTemperatura média anual
- 12,3 °CMínima média do mês mais frio
- 1.530 mmChuva por ano
- 322 mmDéficit hídrico por ano
| Mês | jan | fev | mar | abr | mai | jun | jul | ago | set | out | nov | dez |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Temperatura média (°C) | 24,8 | 25,1 | 25,0 | 25,0 | 23,5 | 21,8 | 21,6 | 23,5 | 25,8 | 26,3 | 25,4 | 25,1 |
| Chuva (mm) | 273 | 257 | 228 | 96 | 15 | 4 | 1 | 9 | 34 | 119 | 213 | 281 |
Solo
Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Campinápolis são em média de textura média nos primeiros 30 cm (19% de argila e 71% de areia), com pH 5,3 em água (ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 88 mm de água disponível, menos que a média dos municípios produtores de Mato Grosso (102 mm).
Com pH abaixo de 5,5, a calagem costuma ser necessária: o café produz melhor com pH entre 5,5 e 6,5.
- 19%Argila (0–30 cm)
- 5,3pH em água (0–30 cm)
- 71%Areia (0–30 cm)
- 88 mmÁgua disponível até 1 m
Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.
Série histórica
| Ano | Produção (t) | Arábica (t) | Canéfora (t) | Área colhida (ha) | Rendimento (kg/ha) |
|---|---|---|---|---|---|
| 2002 | 5 | – | – | 20 | 250 |
| 2001 | 16 | – | – | 20 | 800 |
| 2000 | 16 | – | – | 20 | 800 |
| 1999 | 12 | – | – | 20 | 600 |
| 1998 | 16 | – | – | 20 | 800 |
| 1997 | 20 | – | – | 20 | 1.000 |
| 1996 | 20 | – | – | 20 | 1.000 |
| 1995 | 138 | – | – | 100 | 1.380 |
| 1994 | 138 | – | – | 100 | 1.380 |
| 1993 | 166 | – | – | 120 | 1.383 |
| 1992 | 207 | – | – | 150 | 1.380 |
| 1991 | 207 | – | – | 150 | 1.380 |
| 1990 | 552 | – | – | 400 | 1.380 |
| 1989 | 552 | – | – | 400 | 1.380 |
| 1988 | 483 | – | – | 350 | 1.380 |
| 1987 | 483 | – | – | 350 | 1.380 |
Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).
Outros municípios de Mato Grosso
- Colniza 5.468 t
- Juína 1.388 t
- Juara 960 t
- Rondolândia 600 t
- Aripuanã 492 t
- Cotriguaçu 389 t
- Nova Bandeirantes 150 t
- Tangará da Serra 136 t
- Alta Floresta 120 t
- Juruena 57 t
- Nova Monte Verde 50 t
- Primavera do Leste 33 t