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Bahia · Extremo Oeste Baiano

Café em Cocos

Cocos produziu 1.973 t de café em 2025, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE: o 350º maior produtor do Brasil e o 27º da Bahia, com 0,7% da produção do estado. Toda a produção é de café arábica. A área colhida foi de 799 ha, com rendimento de 2.469 kg por hectare (41,2 sacas de 60 kg), acima da média da Bahia (2.249 kg/ha). Em dez anos, desde 2015, a produção caiu 17,2% (2.384 t em 2015). O valor da produção foi de R$ 60,3 milhões.

Cocos faz parte da origem Oeste da Bahia, Indicação de Procedência registrada no INPI em 2019.

Ver no mapa interativo

Produção desde 1997

03.3386.6761997: 38 t1998: 38 t1999: 38 t2000: 538 t2001: 841 t2002: 2.225 t2003: 4.038 t2004: 4.138 t2005: 3.439 t2006: 3.571 t2007: 3.841 t2008: 4.061 t2009: 4.600 t2010: 4.104 t2011: 3.800 t2012: 6.676 t2013: 6.478 t2014: 6.676 t2015: 2.384 t2016: 1.559 t2017: 5.196 t2018: 5.400 t2019: 3.520 t2020: 3.180 t2021: 1.800 t2022: 1.926 t2023: 2.973 t2024: 1.997 t2025: 1.973 t2000201020202025
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em Cocos, a altitude média é de 740 m (de 471 a 947 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 23,8 °C, a mínima média do mês mais frio é de 13,5 °C, chovem 1.023 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 409 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)24,524,324,224,022,821,421,222,624,926,224,724,4
Chuva (mm)16615116166132121253191204

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Cocos são em média de textura média nos primeiros 30 cm (27% de argila e 58% de areia), com pH 5,7 em água (levemente ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 101 mm de água disponível, menos que a média dos municípios produtores da Bahia (110 mm).

O pH estimado já está na faixa em que o café produz melhor (5,5 a 6,5).

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
20251.9731.973–7992.469
20241.9971.997–8322.400
20232.9732.973–1.0322.881
20221.9261.926–8562.250
20211.8001.800–8002.250
20203.1803.180–1.0003.180
20193.5203.520–1.9001.853
20185.4005.400–2.5102.151
20175.1965.196–2.0502.535
20161.5591.559–1.987785
20152.3842.384–1.9871.200
20146.6766.676–1.9873.360
20136.4786.478–1.9873.260
20126.6766.676–1.9873.360
20113.800––1.5202.500
20104.104––1.5202.700
20094.600––1.7042.700
20084.061––1.7042.383
20073.841––1.5042.554
20063.571––1.4042.543
20053.439––1.5042.287
20044.138––1.4042.947
20034.038––1.5042.685
20022.225––1.5041.479
2001841––7051.193
2000538––702766
199938––215177
199838––115330
199738––115330

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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