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Bahia · Sul Baiano

Café em Itapitanga

Itapitanga produziu 21 t de café em 2025, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE: o 982º maior produtor do Brasil e o 98º da Bahia, com <0,1% da produção do estado. Toda a produção é de café canéfora (conilon e robusta). A área colhida foi de 14 ha, com rendimento de 1.500 kg por hectare (25,0 sacas de 60 kg), abaixo da média da Bahia (2.249 kg/ha). Em dez anos, desde 2015, a produção caiu 47,5% (40 t em 2015). O valor da produção foi de R$ 525 mil.

Ver no mapa interativo

Produção desde 1974

020401974: 1 t1975: 2 t1976: 2 t1977: 2 t1978: 2 t1979: 2 t1980: 2 t1981: 2 t1982: 2 t1983: 2 t1984: 1 t1985: 6 t1986: 4 t1987: 2 t1988: 2 t1989: 2 t1990: 2 t1991: 2 t1992: 5 t2002: 5 t2003: 4 t2004: 24 t2005: 20 t2006: 20 t2007: 30 t2008: 40 t2009: 30 t2010: 23 t2011: 24 t2012: 35 t2013: 36 t2014: 38 t2015: 40 t2016: 23 t2017: 38 t2018: 30 t2019: 30 t2020: 28 t2021: 30 t2022: 32 t2023: 31 t2024: 27 t2025: 21 t19801990201020202025
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em Itapitanga, a altitude média é de 251 m (de 106 a 659 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 23,4 °C, a mínima média do mês mais frio é de 17,4 °C, chovem 1.183 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 22 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)25,125,325,124,422,821,821,021,322,323,524,024,7
Chuva (mm)12398126112679992766474126125

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Itapitanga são em média de textura média nos primeiros 30 cm (33% de argila e 46% de areia), com pH 5,6 em água (levemente ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 113 mm de água disponível.

O pH estimado já está na faixa em que o café produz melhor (5,5 a 6,5).

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
202521–21141.500
202427–27151.800
202331–31152.067
202232–32142.286
202130–30142.143
202028–28142.000
201930–30201.500
201830–30201.500
201738–3840950
201623–2340575
201540–40401.000
201438–3840950
201336–3640900
201235–35351.000
201124––30800
201023––30767
200930––301.000
200840––50800
200730––301.000
200620––201.000
200520––201.000
200424––201.200
20034––5800
20025––10500
19925––10500
19912––6333
19902––6333
19892––6333
19882––6333
19872––6333
19864––9444
19856––61.000
19841––5200
19832––5400
19822––5400
19812––4500
19802––6333
19792––6333
19782––6333
19772––6333
19762––5400
19752––5400
19741––5200

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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