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Bahia · Centro Sul Baiano

Café em Lajedo do Tabocal

Lajedo do Tabocal produziu 92 t de café em 2025, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE: o 764º maior produtor do Brasil e o 74º da Bahia, com <0,1% da produção do estado. Toda a produção é de café arábica. A área colhida foi de 200 ha, com rendimento de 460 kg por hectare (7,7 sacas de 60 kg), abaixo da média da Bahia (2.249 kg/ha). Em dez anos, desde 2015, a produção caiu 96,1% (2.370 t em 2015). O valor da produção foi de R$ 2,9 milhões.

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Produção desde 1990

01.2002.4001990: 1.692 t1991: 2.147 t1992: 2.083 t1993: 1.071 t1994: 1.040 t1995: 1.040 t1996: 1.040 t1997: 1.120 t1998: 440 t1999: 1.600 t2000: 1.520 t2001: 2.120 t2002: 1.476 t2003: 1.908 t2004: 1.920 t2005: 1.923 t2006: 1.339 t2007: 1.514 t2008: 1.428 t2009: 1.470 t2010: 1.200 t2011: 1.200 t2012: 1.610 t2013: 2.400 t2014: 2.370 t2015: 2.370 t2016: 1.440 t2017: 100 t2018: 280 t2019: 96 t2020: 100 t2021: 90 t2022: 93 t2023: 89 t2024: 90 t2025: 92 t19902000201020202025
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em Lajedo do Tabocal, a altitude média é de 762 m (de 599 a 938 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 20,6 °C, a mínima média do mês mais frio é de 14,0 °C, chovem 642 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 302 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)22,322,422,221,519,918,818,018,219,420,821,422,1
Chuva (mm)817876643032302216427595

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Lajedo do Tabocal são em média de textura média nos primeiros 30 cm (33% de argila e 49% de areia), com pH 5,9 em água (levemente ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 105 mm de água disponível.

O pH estimado já está na faixa em que o café produz melhor (5,5 a 6,5).

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
20259292–200460
20249090–202446
20238989–200445
20229393–173538
20219090–180500
2020100100–200500
20199696–280343
2018280280–420667
2017100100–472212
20161.4401.440–2.400600
20152.3702.370–2.400988
20142.3702.370–2.400988
20132.4002.400–2.500960
20121.6101.610–2.300700
20111.200––2.400500
20101.200––2.400500
20091.470––2.450600
20081.428––2.380600
20071.514––2.330650
20061.339––2.330575
20051.923––2.642728
20041.920––2.630730
20031.908––2.615730
20021.476––2.515587
20012.120––2.1201.000
20001.520––1.5201.000
19991.600––2.000800
1998440––2.000220
19971.120––1.400800
19961.040––1.300800
19951.040––1.300800
19941.040––1.300800
19931.071––1.300824
19922.083––2.604800
19912.147––2.604825
19901.692––2.604650

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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