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Bahia · Extremo Oeste Baiano

Café em Luís Eduardo Magalhães

Luís Eduardo Magalhães produziu 2.121 t de café em 2025, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE: o 336º maior produtor do Brasil e o 24º da Bahia, com 0,8% da produção do estado. Toda a produção é de café arábica. A área colhida foi de 862 ha, com rendimento de 2.461 kg por hectare (41,0 sacas de 60 kg), acima da média da Bahia (2.249 kg/ha). Em dez anos, desde 2015, a produção caiu 41,1% (3.600 t em 2015). O valor da produção foi de R$ 64,2 milhões.

Luís Eduardo Magalhães faz parte da origem Oeste da Bahia, Indicação de Procedência registrada no INPI em 2019.

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Produção desde 2001

04.7499.4972001: 6.201 t2002: 8.886 t2003: 8.080 t2004: 9.002 t2005: 5.454 t2006: 9.497 t2007: 3.157 t2008: 4.703 t2009: 9.086 t2010: 9.086 t2011: 7.759 t2012: 6.991 t2013: 3.684 t2014: 4.720 t2015: 3.600 t2016: 3.556 t2017: 2.806 t2018: 6.000 t2019: 3.880 t2020: 2.940 t2021: 2.200 t2022: 2.402 t2023: 2.149 t2024: 2.190 t2025: 2.121 t201020202025
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em Luís Eduardo Magalhães, a altitude média é de 809 m (de 677 a 924 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 24,2 °C, a mínima média do mês mais frio é de 15,0 °C, chovem 1.250 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 432 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)23,923,723,924,324,023,022,824,026,026,224,724,1
Chuva (mm)23620319695252111365189224

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Luís Eduardo Magalhães são em média de textura média nos primeiros 30 cm (28% de argila e 57% de areia), com pH 5,6 em água (levemente ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 102 mm de água disponível, menos que a média dos municípios produtores da Bahia (110 mm).

O pH estimado já está na faixa em que o café produz melhor (5,5 a 6,5).

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
20252.1212.121–8622.461
20242.1902.190–9172.388
20232.1492.149–8822.437
20222.4022.402–8482.833
20212.2002.200–8002.750
20202.9402.940–1.0002.940
20193.8803.880–1.8002.156
20186.0006.000–2.1002.857
20172.8062.806–1.7001.651
20163.5563.556–2.9471.207
20153.6003.600–1.7002.118
20144.7204.720–2.0702.280
20133.6843.684–1.8062.040
20126.9916.991–3.6411.920
20117.759––3.4242.266
20109.086––3.3652.700
20099.086––3.3652.700
20084.703––3.4481.364
20073.157––3.432920
20069.497––3.2712.903
20055.454––3.1711.720
20049.002––3.2622.760
20038.080––3.1082.600
20028.886––3.6612.427
20016.201––3.8301.619

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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