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Bahia · Centro Sul Baiano

Café em Ribeirão do Largo

Ribeirão do Largo produziu 1.138 t de café em 2025, segundo a Produção Agrícola Municipal do IBGE: o 405º maior produtor do Brasil e o 33º da Bahia, com 0,4% da produção do estado. Toda a produção é de café arábica. A área colhida foi de 1.350 ha, com rendimento de 843 kg por hectare (14,0 sacas de 60 kg), abaixo da média da Bahia (2.249 kg/ha). Em dez anos, desde 2015, a produção caiu 32,3% (1.680 t em 2015). O valor da produção foi de R$ 34,2 milhões.

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Produção desde 1990

02.8805.7601990: 600 t1991: 600 t1992: 2.520 t1993: 990 t1995: 5.184 t1996: 3.600 t1997: 3.600 t1998: 3.480 t1999: 5.760 t2000: 2.250 t2001: 3.130 t2002: 2.880 t2003: 1.400 t2004: 870 t2005: 1.350 t2006: 1.536 t2007: 1.536 t2008: 1.536 t2009: 2.048 t2010: 1.500 t2011: 1.500 t2012: 1.050 t2013: 1.050 t2014: 800 t2015: 1.680 t2016: 1.176 t2017: 1.100 t2018: 1.900 t2019: 911 t2020: 2.040 t2021: 1.180 t2022: 1.214 t2023: 1.126 t2024: 1.124 t2025: 1.138 t19902000201020202025
ArábicaCanéfora (conilon e robusta)Não separado (antes de 2012)Toneladas por ano

Altitude e clima

Em Ribeirão do Largo, a altitude média é de 642 m (de 284 a 948 m). Nas normais de 1991 a 2020, a temperatura média anual é de 21,5 °C, a mínima média do mês mais frio é de 13,3 °C, chovem 785 mm por ano e o déficit hídrico anual é de 226 mm.

Mêsjanfevmarabrmaijunjulagosetoutnovdez
Temperatura média (°C)23,223,423,122,120,419,118,619,320,922,422,423,0
Chuva (mm)99689758343438273060136105

Solo

Pelos mapas de solo do MapBiomas, os solos de Ribeirão do Largo são em média argilosos nos primeiros 30 cm (37% de argila e 45% de areia), com pH 5,8 em água (levemente ácido). Até 1 m de profundidade, onde está a maior parte das raízes do café, guardam cerca de 108 mm de água disponível.

O pH estimado já está na faixa em que o café produz melhor (5,5 a 6,5).

Estimativas modeladas, em média por quadrículas de cerca de 1 km: argila e areia do MapBiomas Solo (coleção 3, CC BY 4.0); pH do SoilGrids 2.0 (ISRIC, CC BY 4.0), um mapa mundial menos detalhado; água disponível pelo método de Saxton e Rawls. O solo varia dentro do município e até dentro de uma lavoura: para calagem e adubação, faça análise de solo.

Série histórica

AnoProdução (t)Arábica (t)Canéfora (t)Área colhida (ha)Rendimento (kg/ha)
20251.1381.138–1.350843
20241.1241.124–1.364824
20231.1261.126–1.312858
20221.2141.214–1.274953
20211.1801.180–1.300908
20202.0402.040–1.4001.457
2019911911–1.200759
20181.9001.900–1.6001.188
20171.1001.100–1.830601
20161.1761.176–2.500470
20151.6801.680–2.500672
2014800800–2.500320
20131.0501.050–2.500420
20121.0501.050–2.500420
20111.500––2.500600
20101.500––2.500600
20092.048––2.560800
20081.536––2.560600
20071.536––2.560600
20061.536––2.560600
20051.350––2.500540
2004870––2.500348
20031.400––2.500560
20022.880––3.200900
20013.130––3.1301.000
20002.250––2.500900
19995.760––6.000960
19983.480––6.080572
19973.600––6.000600
19963.600––6.000600
19955.184––6.000864
1993990––1.980500
19922.520––3.600700
1991600––6001.000
1990600––6001.000

Antes de 2012 o IBGE não separava arábica e canéfora: a produção desses anos aparece sem espécie. Valores anteriores a 1994 estão em moedas anteriores ao Real. A área é a destinada à colheita (desde 1988; antes, a colhida).

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